Infecção Urinária de Repetição no Seu Filho - Pode Ser Sinal de Refluxo Vesico Ureteral

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Infecção Urinária de Repetição no Seu Filho - Pode Ser Sinal de Refluxo Vesico Ureteral

Infecção Urinária de Repetição no Seu Filho - Pode Ser Sinal de Refluxo Vesico Ureteral

Infecção Urinária de Repetição no Seu Filho - Pode Ser Sinal de Refluxo Vesico Ureteral

Neste artigo você vai aprender sobre:

1. O que é infecção urinária de repetição e por que ela não deve ser ignorada em crianças?

2. Qual é a relação entre infecção urinária de repetição e o refluxo vesico ureteral?

3. Quais são os sintomas que indicam que a infecção urinária do seu filho pode estar associada ao refluxo vesico ureteral?

4. Como o Dr. Umberto Amsei diagnostica o refluxo vesico ureteral? Entenda os exames do básico ao padrão-ouro

5. O que significa o grau do refluxo vesico ureteral e como ele define o tratamento do seu filho?

6. Meu filho precisa tomar antibiótico todos os dias? Como funciona o tratamento clínico do refluxo vesico ureteral?

7. Quando a cirurgia é indicada para o refluxo vesico ureteral? O Dr. Umberto Amsei explica as opções minimamente invasivas

8. O que acontece com os rins se o refluxo vesico ureteral não for tratado? Riscos de cicatrizes renais e insuficiência renal

9. O refluxo vesico ureteral é hereditário? Devo investigar os outros filhos se um já foi diagnosticado?

10. Conclusão: Como o Dr. Umberto Amsei pode ajudar o seu filho a ter uma vida saudável

Se o seu filho apresenta infecções urinárias com frequência, você precisa ler este artigo até o final. O que muitos pais e responsáveis desconhecem é que a infecção urinária de repetição em crianças pode ser muito mais do que um problema isolado — ela pode ser o principal sinal de uma condição congênita chamada refluxo vesico ureteral. O refluxo vesico ureteral, também conhecido pela sigla RVU, é uma das malformações urológicas mais comuns na infância e, quando não diagnosticado e tratado adequadamente, pode causar danos permanentes aos rins.

O Dr. Umberto Fauze Amsei Filho é Médico Urologista e Uropediatra em São Paulo, com formação e residência pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), Fellowship em Urologia Pediátrica pela mesma instituição e Observership em Urologia Pediátrica no renomado Texas Children's Hospital, em Houston (EUA). Com atuação no corpo clínico dos Hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e Hospital Infantil Sabará, o Dr. Umberto Amsei é referência em São Paulo no diagnóstico e tratamento do refluxo vesico ureteral.

Neste blog post, o Dr. Umberto Amsei responde às principais perguntas sobre a relação entre infecção urinária de repetição e o refluxo vesico ureteral: o que é, quais são os sintomas, como é feito o diagnóstico do refluxo vesico ureteral, quais são os graus, as opções de tratamento — incluindo cirurgia minimamente invasiva — e quando buscar um especialista. Continue lendo e proteja a saúde do seu filho.

1. O que é infecção urinária de repetição e por que ela não deve ser ignorada em crianças?

A infecção urinária ocorre quando bactérias invadem o trato urinário — rins, ureteres, bexiga ou uretra — provocando inflamação e sintomas que variam conforme a idade da criança. Em bebês e crianças pequenas, os sinais costumam ser inespecíficos: febre inexplicável, irritabilidade, urina com odor forte, choro ao urinar e, com alguns sintomas menos específicos, vômitos e recusa alimentar. Já em crianças maiores, os sintomas são mais clássicos, como ardência ao urinar, dor abdominal baixa, urgência miccional e urina turva.

A infecção urinária de repetição é definida como a ocorrência de dois ou mais episódios de infecção urinária alta (pielonefrite) ou três ou mais episódios de infecção baixa (cistite) no período de um ano. Quando isso acontece, é um sinal de alerta importante: pode existir uma causa estrutural por trás dos episódios recorrentes. Entre essas causas, a mais comum e preocupante é exatamente o refluxo vesico ureteral. Ignorar a infecção urinária de repetição é um erro grave, pois cada novo episódio aumenta o risco de cicatrizes nos rins e comprometimento progressivo da função renal — especialmente quando o refluxo vesico ureteral não é investigado e tratado a tempo.

2. Qual é a relação entre infecção urinária de repetição e o refluxo vesico ureteral?

O refluxo vesico ureteral é uma condição em que a urina, em vez de seguir o caminho normal da bexiga para a uretra e ser eliminada pelo corpo, retorna da bexiga para os ureteres e, em muitos casos, até os rins. Esse fluxo retrógrado de urina ocorre porque o mecanismo antirrefluxo localizado na junção entre o ureter e a bexiga — chamada junção uretero-vesical — não funciona corretamente, permitindo o retorno da urina.

A relação entre o refluxo vesico ureteral e a infecção urinária de repetição é direta e muito bem documentada pela literatura médica. Quando existe refluxo vesico ureteral, as bactérias presentes na bexiga conseguem ascender facilmente até os rins, provocando infecções renais graves — chamadas de pielonefrite. Pesquisas mostram que o refluxo vesico ureteral está presente em até 50% das crianças que tiveram infecção urinária, e em cerca de 80% das crianças com infecções urinárias recorrentes. Portanto, a maior parte das criança com infecção urinária de repetição deve ser investigada para a presença de refluxo vesico ureteral. Quanto mais cedo o refluxo vesico ureteral for diagnosticado, maiores são as chances de tratamento bem-sucedido e de preservação da função renal.

3. Quais são os sintomas que indicam que a infecção urinária do seu filho pode estar associada ao refluxo vesico ureteral?

Um dos grandes desafios do refluxo vesico ureteral é que, isoladamente, ele não causa sintomas. A criança pode ter refluxo vesico ureteral desde o nascimento e nunca apresentar dor ou desconforto diretamente relacionados à condição. Os sintomas surgem quando o refluxo vesico ureteral está associado a infecções urinárias — e é exatamente aí que os pais e pediatras devem ficar atentos. Conhecer os sinais de alerta é fundamental para buscar o diagnóstico correto do refluxo vesico ureteral o quanto antes.

Os principais sintomas que podem indicar a presença de refluxo vesico ureteral associado à infecção urinária incluem:

• Febre alta sem causa aparente, especialmente em bebês e crianças pequenas

• Infecções urinárias repetidas — dois ou mais episódios no mesmo ano

• Urina com odor forte, turva ou com aspecto anormal

• Dor ou ardência ao urinar (em crianças maiores)

• Dor nas costas ou na região lombar, que pode indicar comprometimento renal

• Dor abdominal baixa e pressão na região da bexiga

• Irritabilidade, choro excessivo e mudança de humor em bebês

• Recusa alimentar e vômitos em lactentes com infecção urinária febril

• Diminuição do crescimento e do desenvolvimento, nos casos de comprometimento renal crônico associado ao refluxo vesico ureteral

Se o seu filho apresentar dois ou mais desses sintomas — especialmente episódios repetidos de febre sem foco infeccioso evidente —, é fundamental buscar um uropediatra especializado em refluxo vesico ureteral para avaliação completa. O Dr. Umberto Amsei realiza consultas presenciais em São Paulo para investigar e tratar o refluxo vesico ureteral com segurança e eficácia.

4. Como o Dr. Umberto Amsei diagnostica o refluxo vesico ureteral? Entenda os exames do básico ao padrão-ouro

O diagnóstico correto do refluxo vesico ureteral exige uma avaliação clínica cuidadosa, aliada a exames de imagem específicos. O Dr. Umberto Amsei conduz uma investigação completa, levando em conta o histórico de infecções urinárias da criança, o histórico familiar (já que o refluxo vesico ureteral tem componente hereditário importante), os resultados de exames laboratoriais e a análise detalhada dos exames de imagem. A investigação do refluxo vesico ureteral pode iniciar ainda durante a gestação, quando a ultrassonografia pré-natal detecta hidronefrose fetal.

Os principais exames utilizados pelo Dr. Umberto Amsei no diagnóstico do refluxo vesico ureteral são:

• Exame de urina (Urina 1) e urocultura — identificam a presença de infecção ativa e o agente bacteriano causador

• Ultrassonografia renal e de vias urinárias — avalia os rins, ureteres e bexiga, detectando dilatações e malformações associadas. Importante: a ultrassonografia não confirma o refluxo vesico ureteral, apenas sugere sua presença nos casos mais graves

• Uretrocistografia miccional (UCM) — exame padrão-ouro para o diagnóstico do refluxo vesico ureteral. Consiste na introdução de contraste via sonda pela uretra, permitindo visualizar o retorno da urina para os ureteres ou rins durante o enchimento e o esvaziamento da bexiga. Confirma o diagnóstico e classifica o grau do refluxo vesico ureteral

• Cintilografia renal com DMSA — exame de medicina nuclear que avalia a função atual dos rins e detecta cicatrizes renais causadas por episódios anteriores de infecção urinária e refluxo vesico ureteral

• Cistografia isotópica (Cistocintigrafia) — alternativa à UCM para o acompanhamento evolutivo do refluxo vesico ureteral, com menor exposição à radiação – menos utilizado na prática clínica.

Com base na análise integrada de todos esses exames, o Dr. Umberto Amsei define o grau do refluxo vesico ureteral e elabora o melhor plano de tratamento para cada criança, de forma individualizada e humanizada.

5. O que significa o grau do refluxo vesico ureteral e como ele define o tratamento do seu filho?

De acordo com a Classificação Internacional do refluxo vesico ureteral, estabelecida pelo International Reflux Study Committee, o refluxo vesico ureteral é dividido em cinco graus de gravidade. Compreender o grau do refluxo vesico ureteral é essencial, pois é esse fator — aliado à idade da criança, à frequência das infecções urinárias e à presença de cicatrizes renais — que vai definir o melhor caminho de tratamento. O Dr. Umberto Amsei explica cada grau do refluxo vesico ureteral de forma clara e acessível para os pais:

• Refluxo vesico ureteral Grau I — O refluxo alcança apenas o ureter, sem chegar ao rim. É o grau mais leve e tem alta taxa de resolução espontânea

• Refluxo vesico ureteral Grau II — O refluxo chega até o rim, mas sem causar dilatação renal ou ureteral. Alta chance de melhora sem cirurgia

• Refluxo vesico ureteral Grau III — O refluxo atinge o rim com dilatação renal leve. Pode responder ao tratamento clínico, mas exige acompanhamento rigoroso

• Refluxo vesico ureteral Grau IV — Existe dilatação renal moderada. Menor chance de resolução espontânea; a cirurgia pode ser indicada

• Refluxo vesico ureteral Grau V — O grau mais grave: dilatação renal e ureteral intensa, com tortuosidade dos ureteres. Alta indicação cirúrgica e risco elevado de cicatrizes renais se não tratado

Nos casos de refluxo vesico ureteral de grau I e II, a cura espontânea ocorre em até 80% das crianças com menos de 5 anos. Nos graus III e IV, a resolução sem cirurgia varia entre 30% e 50% nos primeiros quatro a cinco anos de vida. Nos casos de refluxo vesico ureteral grau V, a cirurgia é geralmente necessária para evitar complicações renais graves. O Dr. Umberto Amsei avalia cada caso com rigor e define o tratamento mais adequado para o grau de refluxo vesico ureteral da sua criança.

6. Meu filho precisa tomar antibiótico todos os dias? Como funciona o tratamento clínico do refluxo vesico ureteral?

Essa é uma das perguntas mais frequentes dos pais cujos filhos recebem o diagnóstico de refluxo vesico ureteral. A resposta depende do grau do refluxo vesico ureteral, da idade da criança, da frequência das infecções urinárias e da presença de cicatrizes renais. De maneira geral, o tratamento clínico do refluxo vesico ureteral é a primeira linha de abordagem para os casos de baixo e médio grau, especialmente em crianças menores de 5 anos, que têm alta probabilidade de cura espontânea do refluxo vesico ureteral.

O tratamento clínico do refluxo vesico ureteral consiste na profilaxia antibiótica contínua — ou seja, o uso diário de uma dose baixa de antibiótico, geralmente administrada à noite, com o objetivo de prevenir infecções urinárias enquanto se aguarda a resolução espontânea do refluxo vesico ureteral. Esse tratamento pode durar meses ou até anos, dependendo da evolução clínica. Durante esse período, a criança é monitorada com exames periódicos, como a cintilografia renal com DMSA e a cistografia isotópica, para avaliar se o refluxo vesico ureteral está regredindo ou se há progressão de lesões renais.

Além da profilaxia antibiótica, o tratamento clínico do refluxo vesico ureteral inclui medidas higiênico-dietéticas importantes: ingestão adequada de líquidos, micções regulares e frequentes (a cada 2 a 3 horas), prevenção e tratamento da constipação intestinal — que pode agravar o refluxo vesico ureteral — e correção de disfunções miccionais. O Dr. Umberto Amsei acompanha cada paciente de perto, ajustando o tratamento do refluxo vesico ureteral conforme a evolução clínica e os resultados dos exames.

7. Quando a cirurgia é indicada para o refluxo vesico ureteral? O Dr. Umberto Amsei explica as opções minimamente invasivas

A indicação cirúrgica para o refluxo vesico ureteral depende de uma série de fatores avaliados criteriosamente pelo Dr. Umberto Amsei: o grau do refluxo vesico ureteral, a idade da criança, a resposta ao tratamento clínico, a frequência de infecções urinárias mesmo com o uso de antibiótico profilático, a presença de cicatrizes renais e a progressão de lesões renais nos exames de imagem. Em termos gerais, a cirurgia para o refluxo vesico ureteral é considerada quando o tratamento clínico não obtém o resultado esperado ou quando o refluxo vesico ureteral é de alto grau (IV e V) com risco significativo de dano renal.

O Dr. Umberto Amsei realiza as seguintes modalidades cirúrgicas para o tratamento do refluxo vesico ureteral:

• Tratamento endoscópico (injeção periureteral) — Procedimento minimamente invasivo, realizado sem incisão cirúrgica, por meio de um cistoscópio introduzido pela uretra. Uma substância biocompatível é injetada próxima ao óstio ureteral, criando um mecanismo antirrefluxo. É realizado em regime ambulatorial, com alta no mesmo dia. A taxa de sucesso do tratamento endoscópico do refluxo vesico ureteral é de 70% a 90% nos graus I a III e cerca de 50% nos graus IV e V

• Reimplante ureterovesical (cirurgia aberta ou laparoscópica) — O ureter é reposicionado na parede da bexiga, criando um túnel submucoso que funciona como válvula antirrefluxo. Pode ser realizado por pequena incisão no abdome inferior ou por via videolaparoscópica, com ou sem auxílio do robô cirúrgico. É a opção indicada para os casos de refluxo vesico ureteral de alto grau ou quando o tratamento endoscópico não obteve sucesso

Mesmo após a cura cirúrgica do refluxo vesico ureteral, o Dr. Umberto Amsei recomenda acompanhamento a longo prazo, com monitoramento regular da pressão arterial, função renal e exames de imagem, para garantir que não haja sequelas do refluxo vesico ureteral e que os rins do seu filho se desenvolvam com saúde.

8. O que acontece com os rins se o refluxo vesico ureteral não for tratado? Riscos de cicatrizes renais e insuficiência renal

O refluxo vesico ureteral não tratado adequadamente pode ter consequências graves e permanentes para a saúde dos rins do seu filho. Cada episódio de infecção urinária alta (pielonefrite) provocado pelo refluxo vesico ureteral representa um risco de formação de cicatrizes no parênquima renal. Essas cicatrizes se caracterizam por retrações na superfície do rim, com substituição do tecido renal saudável por fibrose — e esse processo é, em grande parte, irreversível.

Com o tempo, as cicatrizes renais causadas pelo refluxo vesico ureteral não tratado evoluem para uma condição chamada nefropatia do refluxo, que pode levar à perda progressiva da função do rim. As complicações de longo prazo do refluxo vesico ureteral não tratado incluem:

• Cicatrizes renais permanentes, com perda de parênquima funcional

• Hipertensão arterial secundária ao comprometimento renal provocado pelo refluxo vesico ureteral

• Proteinúria (presença de proteína na urina), indicando lesão renal crônica

• Insuficiência renal crônica — estudos mostram que aproximadamente 15% dos adolescentes com insuficiência renal crônica têm como causa base o refluxo vesico ureteral não diagnosticado ou não tratado adequadamente na infância

• Déficit de crescimento, em casos de comprometimento renal grave e bilateral por refluxo vesico ureteral

A boa notícia é que, quando o refluxo vesico ureteral é diagnosticado precocemente e tratado de forma adequada, a grande maioria das crianças evolui sem complicações renais permanentes. Por isso, o Dr. Umberto Amsei reforça: não espere o refluxo vesico ureteral piorar. Se o seu filho tem infecção urinária de repetição, agende uma consulta imediatamente para investigar a presença de refluxo vesico ureteral.

9. O refluxo vesico ureteral é hereditário? Devo investigar os outros filhos se um já foi diagnosticado?

Sim. O refluxo vesico ureteral tem um componente genético bem documentado e apresenta transmissão autossômica dominante. Isso significa que, se um dos pais ou um irmão foi diagnosticado com refluxo vesico ureteral, os demais filhos do casal têm chances significativamente maiores de também apresentar a condição. A concordância entre gêmeos monozigóticos (idênticos) para o refluxo vesico ureteral chega a 80% a 100%, o que demonstra a forte influência genética nessa condição.

De acordo com as evidências científicas, irmãos e irmãs de crianças diagnosticadas com refluxo vesico ureteral têm cerca de 35% de chance de também apresentarem o refluxo vesico ureteral. Por isso, as diretrizes internacionais de urologia pediátrica — incluindo as da American Urological Association (AUA) e da European Association of Urology (EAU) — recomendam o rastreamento ultrassonográfico nos irmãos de crianças com refluxo vesico ureteral confirmado, especialmente nos gêmeos monozigóticos.

Se um dos seus filhos recebeu o diagnóstico de refluxo vesico ureteral, o Dr. Umberto Amsei recomenda fortemente a investigação dos irmãos. Muitas vezes, o refluxo vesico ureteral em outros filhos pode estar presente de forma silenciosa, sem infecções urinárias evidentes, e ser descoberto apenas com exames de rastreamento. A identificação precoce do refluxo vesico ureteral em todos os filhos de uma família com histórico da condição é a melhor forma de evitar complicações renais futuras. Não deixe de perguntar ao Dr. Umberto Amsei sobre o rastreamento familiar do refluxo vesico ureteral na sua próxima consulta.

10. Conclusão: Como o Dr. Umberto Amsei pode ajudar o seu filho a ter uma vida saudável

Chegamos ao fim de mais um conteúdo desenvolvido pelo Dr. Umberto Amsei. Neste post, falamos sobre: o que é a infecção urinária de repetição e por que ela não deve ser ignorada em crianças; a relação entre infecção urinária de repetição e o refluxo vesico ureteral; os sintomas que indicam que a infecção urinária do seu filho pode estar associada ao refluxo vesico ureteral; como o Dr. Umberto Amsei diagnostica o refluxo vesico ureteral com exames do básico ao padrão-ouro; o que significa o grau do refluxo vesico ureteral e como ele define o tratamento do seu filho; como funciona o tratamento clínico do refluxo vesico ureteral; quando a cirurgia é indicada para o refluxo vesico ureteral e as opções minimamente invasivas disponíveis; os riscos de cicatrizes renais e insuficiência renal quando o refluxo vesico ureteral não é tratado; e a hereditariedade do refluxo vesico ureteral e a importância de investigar os irmãos.

O refluxo vesico ureteral é uma condição séria, mas com diagnóstico precoce e tratamento adequado, a grande maioria das crianças evolui muito bem e sem sequelas permanentes. A chave está em não ignorar a infecção urinária de repetição e buscar o especialista correto assim que os primeiros sinais aparecerem. O Dr. Umberto Amsei é o uropediatra de referência em São Paulo para o diagnóstico e tratamento do refluxo vesico ureteral, com formação de excelência no Brasil e no exterior e atuação nos principais hospitais da cidade.

🩺 Agende sua consulta com o Dr. Umberto Amsei

Seu filho tem infecções urinárias frequentes? Suspeita de refluxo vesico ureteral? Entre em contato com o Dr. Umberto Amsei para tirar suas dúvidas sobre refluxo vesico ureteral em São Paulo e agendar uma consulta presencial ou por telemedicina.

Conteúdo desenvolvido pelo Dr. Umberto Amsei

CRM 150.537 | Urologista Geral e Pediátrico | São Paulo – SP


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