O Que É Criptorquidia? O Que as Famílias Precisam Saber Sobre o Testículo Não Descido

BR EN ES

Conteúdos e materiais

O Que É Criptorquidia? O Que as Famílias Precisam Saber Sobre o Testículo Não Descido

O Que É Criptorquidia? O Que as Famílias Precisam Saber Sobre o Testículo Não Descido

O Que É Criptorquidia? O Que as Famílias Precisam Saber Sobre o Testículo Não Descido

Por Dr. Umberto Amsei | Urologista Geral e Pediátrico | CRM 150.537 | São Paulo, SP

A criptorquidia é uma das condições urológicas mais comuns na infância e, ao mesmo tempo, uma das que mais gera dúvidas e preocupação nos pais. Se o pediatra mencionou que o testículo do seu filho não desceu corretamente para a bolsa escrotal, você provavelmente chegou até aqui cheio de perguntas: O que é criptorquidia exatamente? É grave? Tem cura? Meu filho vai precisar de cirurgia? Vai ter filhos no futuro?

Neste guia completo, o Dr. Umberto Amsei, urologista geral e pediátrico em São Paulo, com formação pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), fellowship em Urologia Pediátrica e observership no Texas Children's Hospital em Houston, responde todas as suas dúvidas sobre criptorquidia. Com atuação nos Hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e Hospital Infantil Sabará, o Dr. Umberto é uma referência em diagnóstico e tratamento de criptorquidia em São Paulo.

Neste post você vai encontrar respostas para as perguntas mais frequentes sobre o testículo não descido, desde o básico até os aspectos mais avançados da condição. Vamos abordar o que é criptorquidia, sua prevalência, como identificar os sinais, como diferenciar de testículo retrátil, como funciona a cirurgia de orquidopexia, os riscos de não tratar a criptorquidia, a criptorquidia bilateral, o acompanhamento após a cirurgia e quando consultar um especialista como o Dr. Umberto Amsei.

Índice — O Que Você Vai Aprender Sobre Criptorquidia Neste Post:

1. O que é criptorquidia e como os testículos se formam durante a gravidez

2. Quantos bebês nascem com criptorquidia — seu filho é um caso raro?

3. Sinais e diagnóstico de criptorquidia: como identificar e quais exames são necessários

4. Criptorquidia ou testículo retrátil? Como diferenciar as duas condições

5. Cirurgia de orquidopexia: quando operar e o que esperar na recuperação

6. Riscos de não tratar a criptorquidia: infertilidade e câncer testicular

7. Criptorquidia bilateral: o caso mais grave e o impacto hormonal

8. Acompanhamento pós-cirúrgico e vida adulta após criptorquidia

9. Próximos passos: por que consultar o Dr. Umberto Amsei

10. Conclusão

Continue a leitura e descubra tudo o que as famílias precisam saber sobre criptorquidia, o testículo não descido — desde o diagnóstico até o tratamento e acompanhamento a longo prazo. As informações a seguir foram preparadas com base em evidências científicas e na vasta experiência clínica do Dr. Umberto Amsei no atendimento de crianças com criptorquidia em São Paulo.

1. O Que É Criptorquidia e Como Acontece?

A criptorquidia é uma condição caracterizada pela ausência de um ou ambos os testículos na bolsa escrotal ao nascimento. O termo vem do grego: "cripto" significa escondido e "orquis" significa testículo. Ou seja, na criptorquidia, o testículo está mal posicionado, podendo estar escondido — preso em algum ponto do trajeto entre o abdômen e o escroto ou em posição completamente anômala.

Durante a gestação, os testículos se formam dentro do abdômen do bebê, próximos aos rins. Entre o 7º e o 9º mês de gravidez, os testículos percorrem um trajeto natural, passando pelo canal inguinal (virilha), até chegar à bolsa escrotal. Quando esse processo não se completa ou se dá de maneira errônea, surge a criptorquidia. O testículo com criptorquidia pode estar retido no abdômen, no canal inguinal ou numa região próxima ao escroto.

É importante saber que, em muitos casos de criptorquidia, o testículo pode terminar a descida espontaneamente nos primeiros meses de vida. Contudo, após os 6 meses de idade, essa descida espontânea, muito frequentemente, deixa de ocorrer. A partir daí, a criptorquidia que persiste requer avaliação e, na maioria dos casos, intervenção cirúrgica. As causas da criptorquidia envolvem uma combinação de fatores hormonais, anatômicos, genéticos e ambientais — incluindo prematuridade, baixo peso ao nascer e exposição da mãe a determinadas substâncias durante a gravidez (disruptores endócrinos). A avaliação por um urologista pediátrico especializado, como o Dr. Umberto Amsei, é essencial para definir a conduta adequada para cada caso de criptorquidia.

2. Quantos Bebês Nascem com Criptorquidia? O Seu Filho É um Caso Raro?

Se o seu filho foi diagnosticado com criptorquidia, você não está sozinho. A criptorquidia é uma das condições urológicas mais frequentes na infância masculina. Ela afeta aproximadamente 3% dos recém-nascidos a termo e pode chegar a 30% dos bebês prematuros. Isso significa que, no Brasil, com mais de 2 milhões de nascimentos masculinos por ano, dezenas de milhares de bebês nascem com criptorquidia.

Em cerca de 90% dos casos, a criptorquidia é unilateral, ou seja, afeta apenas um dos testículos. Os 10% restantes representam a criptorquidia bilateral, em que ambos os testículos não desceram. A criptorquidia tem também um componente familiar: existe histórico em 12 a 15% das famílias, e filhos de pais que tiveram criptorquidia têm 4% de chance de apresentar a mesma condição. Gêmeos têm 10% de chance.

A boa notícia é que muitos casos de criptorquidia se resolvem espontaneamente. Aproximadamente dois terços dos casos de criptorquidia identificados ao nascimento se corrigem naturalmente antes dos 4 meses de vida. Entretanto, após essa idade, a probabilidade de resolução espontânea da criptorquidia cai drasticamente. Ao final do primeiro ano de vida, cerca de 1% dos meninos ainda apresentam criptorquidia, necessitando de tratamento. Nesses casos, a avaliação por um urologista pediátrico experiente, como o Dr. Umberto Amsei, é indispensável para determinar o melhor caminho.

3. Sinais e Diagnóstico de Criptorquidia: Como Identificar e Quais Exames São Necessários?

O principal sinal da criptorquidia é simples e perceptível: a ausência de um ou ambos os testículos na bolsa escrotal. Em muitos casos, os próprios pais percebem que um lado da bolsa parece "vazio" durante a troca de fralda ou o banho do bebê. Essa observação já é motivo suficiente para buscar avaliação médica imediata.

O diagnóstico da criptorquidia é, na grande maioria dos casos, clínico, ou seja, feito pelo exame físico. O médico verifica a presença, posição e tamanho dos testículos por meio de palpação. Em cerca de 80% dos casos de criptorquidia, o testículo pode ser palpado ao longo do canal inguinal. Nos 20% restantes, o testículo não é palpável e pode estar em posição abdominal.

Sobre os exames de imagem no diagnóstico de criptorquidia, é importante saber:

• A ultrassonografia pode ajudar a localizar o testículo em casos de criptorquidia, mas nem sempre é conclusiva para testículos intra-abdominais.

• Na criptorquidia com testículo não palpável, a laparoscopia é o método mais confiável para localizar e tratar o testículo.

• Exames de sangue podem ser solicitados em casos de criptorquidia bilateral para avaliar a função hormonal.

• O diagnóstico precoce da criptorquidia, idealmente nos primeiros 3 a 6 meses de vida, é fundamental para garantir o melhor resultado do tratamento.

Segundo o Dr. Umberto Amsei, toda criança do sexo masculino deve ter os testículos avaliados ao nascimento e anualmente pelo pediatra. Caso haja suspeita de criptorquidia, o encaminhamento para um urologista pediátrico deve ser feito sem demora.

4. Criptorquidia ou Testículo Retrátil? Como Diferenciar as Duas Condições?

Uma das dúvidas mais frequentes dos pais e até de alguns médicos não especialistas é diferenciar a criptorquidia do chamado testículo retrátil. As duas condições se parecem, mas têm naturezas completamente diferentes e exigem condutas distintas.

O testículo retrátil é aquele que sobe temporariamente para a região inguinal por ação do músculo cremaster (um reflexo natural que ocorre em resposta ao frio, ao toque ou ao estresse), mas que retorna espontaneamente ao escroto e pode ser reposicionado manualmente com facilidade. O testículo retrátil é uma condição benigna, que geralmente se resolve na puberdade sem nenhuma intervenção. No entanto, alguns casos podem requerer intervenção cirúrgica. Já na criptorquidia, o testículo não desce para a bolsa escrotal espontaneamente. Pode descer em manobras, mas não se fixa ao escroto

A distinção entre criptorquidia e testículo retrátil é feita pelo urologista pediátrico durante o exame físico. Para diferenciar, o médico tenta trazer o testículo até a bolsa escrotal e o mantém na posição por cerca de 1 minuto. Se ele permanecer no escroto após essa manobra, trata-se de testículo retrátil. Se retornar imediatamente ou não for possível posicioná-lo no escroto, o diagnóstico é de criptorquidia. Esta distinção é crucial: o testículo retrátil não requer obrigatoriamente cirurgia, enquanto a criptorquidia verdadeira, persistindo após os 6 meses, indica tratamento cirúrgico. O Dr. Umberto Amsei alerta que a diferenciação entre criptorquidia e testículo retrátil exige experiência clínica e, em casos duvidosos, deve ser avaliada por um especialista.

5. Cirurgia de Orquidopexia: Quando Operar e O Que Esperar na Recuperação?

O tratamento padrão para a criptorquidia é cirúrgico. A cirurgia para criptorquidia chama-se orquidopexia e consiste em reposicionar o testículo não descido na bolsa escrotal e fixá-lo no local correto. A orquidopexia é uma das cirurgias urológicas pediátricas mais realizadas no mundo e apresenta excelente segurança e eficácia.

Perguntas frequentes sobre a cirurgia de criptorquidia:

• Qual é o momento ideal para a cirurgia de criptorquidia? O consenso médico atual recomenda que a orquidopexia para criptorquidia seja realizada entre os 6 e os 18 meses de vida. Quanto mais precoce a correção da criptorquidia, melhores os resultados em termos de preservação da fertilidade e redução do risco de câncer.

• Como é a cirurgia de orquidopexia para criptorquidia? Quando o testículo com criptorquidia é palpável, a cirurgia é feita por uma pequena incisão na virilha ou no escroto. Quando não é palpável (testículo intra-abdominal), utiliza-se a videolaparoscopia para localizar e fixar o testículo – podendo ser feita em 1 ou 2 etapas. As taxas de sucesso da orquidopexia para criptorquidia variam entre 80% e 95%.

• Como é a recuperação após a cirurgia de criptorquidia? A orquidopexia é realizada sob anestesia geral, e a criança recebe alta no mesmo dia ou na manhã seguinte. A recuperação da cirurgia de criptorquidia é tranquila: restrição de atividades físicas intensas por 2 a 3 semanas e cuidados com a higiene da região operada.

• Existe tratamento hormonal para criptorquidia? O tratamento hormonal foi testado por décadas, mas os estudos mostram resultados insatisfatórios para a criptorquidia. O tratamento de eleição para a criptorquidia permanece sendo a cirurgia.

O Dr. Umberto Amsei realiza a orquidopexia para criptorquidia nos Hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e Hospital Infantil Sabará, em São Paulo, com técnica minimamente invasiva e experiência em casos simples e complexos de criptorquidia.

6. Riscos de Não Tratar a Criptorquidia: Infertilidade e Câncer Testicular

A criptorquidia não tratada pode ter consequências sérias e permanentes na vida adulta. Por isso, o diagnóstico precoce e o tratamento da criptorquidia no momento certo são tão importantes. As principais complicações da criptorquidia não tratada são:

• Infertilidade: O testículo precisa estar na bolsa escrotal, em uma temperatura cerca de 1 a 2°C abaixo da temperatura corporal, para produzir espermatozoides saudáveis. Na criptorquidia, o testículo fica exposto a temperaturas mais altas dentro do abdômen ou da virilha, o que danifica progressivamente as células responsáveis pela produção de espermatozoides. A criptorquidia não tratada pode levar à oligozoospermia (poucos espermatozoides) ou à azoospermia (ausência total de espermatozoides). Na criptorquidia unilateral tratada precocemente, a taxa de paternidade chega a 89,5%, próxima à da população geral. Na criptorquidia bilateral não tratada, o risco de infertilidade é significativamente maior.

• Câncer testicular: O risco de desenvolver tumor testicular num testículo ectópico (criptorquídico) é aproximadamente 3% ao longo da vida, o que representa um aumento de 4 a 8 vezes em relação à população geral. Este é o fator de risco mais bem estabelecido para câncer testicular. A cirurgia precoce reduz — mas não elimina completamente — esse risco, além de facilitar o monitoramento do testículo na vida adulta.

• Torção testicular: Na criptorquidia, o testículo fora do escroto tem maior mobilidade e maior risco de torção, uma emergência médica dolorosa que pode levar à perda do testículo.

• Hérnia inguinal: A criptorquidia está frequentemente associada à presença de hérnia inguinal – persistência do conduto peritônio-vaginal, que pode necessitar de reparo cirúrgico simultâneo à orquidopexia.

• Impacto psicológico: Em crianças maiores e adolescentes, a criptorquidia não tratada pode causar impacto emocional relacionado à aparência e ao desenvolvimento sexual.

O Dr. Umberto Amsei reforça que o tratamento precoce da criptorquidia é a melhor estratégia para prevenir todas essas complicações e garantir a saúde urológica e reprodutiva do seu filho ao longo da vida.

7. Criptorquidia Bilateral: O Caso Mais Grave e o Impacto Hormonal

A criptorquidia bilateral — quando ambos os testículos não descem para o escroto — ocorre em cerca de 10% dos casos de criptorquidia e representa a forma mais grave da condição. Na criptorquidia bilateral, todos os riscos presentes na criptorquidia unilateral se amplificam, pois os dois testículos estão comprometidos.

Do ponto de vista hormonal, a criptorquidia bilateral não tratada pode levar a deficiências na produção de testosterona, o principal hormônio masculino. Isso pode resultar em atraso no desenvolvimento das características sexuais secundárias, como crescimento de pelos, aprofundamento da voz e desenvolvimento muscular. Em casos graves de criptorquidia bilateral, pode haver também prejuízo no desenvolvimento genital.

No que diz respeito à fertilidade, a criptorquidia bilateral não tratada é uma das principais causas de infertilidade masculina. Homens com criptorquidia bilateral têm risco até 6 vezes maior de infertilidade em comparação com aqueles que tiveram criptorquidia unilateral. Por isso, na criptorquidia bilateral, a urgência do tratamento cirúrgico precoce é ainda maior. O Dr. Umberto Amsei destaca que o diagnóstico de criptorquidia bilateral em recém-nascidos exige avaliação imediata, pois em alguns casos pode estar associada a outras alterações do desenvolvimento genital que precisam ser investigadas. O tratamento da criptorquidia bilateral deve ser realizado preferencialmente antes dos 18 meses de vida, para preservar ao máximo a função testicular.

8. Acompanhamento Pós-Cirúrgico e Vida Adulta Após Criptorquidia

A cirurgia de criptorquidia (orquidopexia) é o início, e não o fim, do cuidado com a saúde urológica de crianças que tiveram criptorquidia. O acompanhamento pós-operatório e ao longo da vida é fundamental para garantir os melhores resultados.

O que esperar no acompanhamento após a cirurgia de criptorquidia:

• Consultas regulares com o urologista pediátrico para avaliar o crescimento e desenvolvimento do testículo após a cirurgia de criptorquidia.

• Avaliação da posição do testículo corrigido, pois em alguns casos de criptorquidia pode ocorrer re-ascensão testicular após a cirurgia.

• Na adolescência, orientação sobre o autoexame dos testículos para detecção precoce de qualquer alteração.

• Na vida adulta, homens que tiveram criptorquidia devem realizar ultrassonografia testicular de seguimento e consultas regulares com urologista.

• Avaliação da fertilidade na vida adulta, com espermograma, se houver desejo de paternidade — especialmente nos casos de criptorquidia bilateral ou criptorquidia tratada tardiamente.

• Manutenção de acompanhamento oncológico, pois homens com histórico de criptorquidia têm risco aumentado de câncer testicular, mesmo após a cirurgia.

O Dr. Umberto Amsei acompanha seus pacientes com criptorquidia não apenas no período pós-operatório imediato, mas ao longo de toda a jornada de crescimento, garantindo que cada etapa do desenvolvimento seja monitorada com atenção e cuidado individualizado.

9. Meu Filho Foi Diagnosticado com Criptorquidia — Qual É o Próximo Passo?

Se o seu filho recebeu o diagnóstico de criptorquidia, o primeiro — e mais importante — passo é não perder tempo. A criptorquidia tem tratamento eficaz e, quando tratada no momento certo, as chances de um desenvolvimento saudável e de uma fertilidade preservada são excelentes. Mas cada semana conta.

O próximo passo após o diagnóstico de criptorquidia é agendar uma consulta com um urologista pediátrico experiente. A avaliação especializada em criptorquidia permitirá confirmar o diagnóstico, determinar a localização exata do testículo, avaliar se há condições associadas (como hérnia inguinal ou alterações hormonais) e definir o plano de tratamento mais adequado para o caso específico do seu filho.

Por que escolher o Dr. Umberto Amsei para tratar a criptorquidia do seu filho:

• Formação de excelência: graduação, residência e fellowship em Urologia Pediátrica pela UNIFESP/Escola Paulista de Medicina, com observership no Texas Children's Hospital em Houston — referência mundial em criptorquidia e urologia pediátrica.

• Experiência clínica: atendimento de centenas de crianças com criptorquidia em São Paulo ao longo de anos de prática especializada.

• Hospitais de referência: atuação nos Hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e Hospital Infantil Sabará — os melhores centros de atendimento pediátrico de São Paulo.

• Abordagem humanizada: atendimento individualizado para cada caso de criptorquidia, com atenção à criança e suporte total à família em todas as etapas do processo.

• Atualização constante: participação regular em congressos e simpósios nacionais e internacionais sobre criptorquidia e urologia pediátrica.

10. Conclusão

Chegamos ao fim de mais um conteúdo desenvolvido pelo Dr. Umberto Amsei. Neste post falamos sobre o que é criptorquidia e como os testículos se formam durante a gravidez, a prevalência da criptorquidia no Brasil e no mundo, os sinais e o diagnóstico de criptorquidia, a diferença entre criptorquidia e testículo retrátil, como é a cirurgia de orquidopexia e a recuperação, os riscos de não tratar a criptorquidia — incluindo infertilidade e câncer testicular —, a criptorquidia bilateral e seu impacto hormonal, o acompanhamento pós-cirúrgico e os cuidados na vida adulta após criptorquidia, e os próximos passos para quem recebeu o diagnóstico de criptorquidia.

A criptorquidia é uma condição tratável e, com o cuidado certo no momento certo, seu filho pode ter um desenvolvimento saudável, com fertilidade preservada e qualidade de vida plena. A chave está no diagnóstico precoce e no acompanhamento por um especialista de confiança.

📞 Entre em contato com o Dr. Umberto Amsei para tirar suas dúvidas sobre criptorquidia em São Paulo e agendar uma consulta de urologia pediátrica. O Dr. Umberto Amsei atende crianças e adultos com criptorquidia e condições urológicas em São Paulo.

Não deixe a criptorquidia sem tratamento — agende sua consulta hoje!

Conteúdo desenvolvido pelo Dr. Umberto Amsei


O Que É Criptorquidia? O Que as Famílias Precisam Saber Sobre o Testículo Não Descido

Clique para Ligar
Fale por WhatsApp
Agende pelo WhatsApp